Aproveite o inverno para cuidar da piscina

A estação mais fria do ano é um bom período para dar um trato na piscina do condomínio. Com as temperaturas mais baixas a procura é menor e pode-se, desde dar férias ao piscineiro a realizar aquelas correções necessárias de trincas e rejuntes, e sem o risco de um choque térmico, caso seja preciso reduzir o volume de água ou mesmo esvaziar a piscina.   Confira as dicas do arquiteto e especialista em impermeabilização, Renato Giro, e veja, passo a passo, o que deve ser vistoriado e quais as ações mais importantes a serem realizadas. – Rever os rejuntes do deque. – Verificar se não tem azulejo ou borda quebradas. – Conferir se os registros estão vedando e se conexões não têm vazamentos. – Checar se o jogo de medição de PH de água está ainda está em boas condições de uso. – Veja a necessidade de lavar o filtro e trocar a areia. Os equipamentos devem ser mantidos livres de quaisquer resíduos filtrados. – Avaliar os materiais de limpeza das bordas que devem ser escovas de cerdas macias ou esponjas de cozinha com parte macia, e nunca palha de aço ou esponjas ásperas. Veja se não é hora de trocá-los e se há a necessidade de renovar a compra de produtos de limpeza específicos para piscina, os “limpa-bordas”, que não contaminam a água. – Observe o estado de cabos, escovas, borrachas de aspiração, degraus da escada e demais objetos plásticos para ver se não estão ressecados, pedindo a sua substituição. – Rever instalações elétricas das bombas do sistema de aquecimento e também as de comando, pois a umidade e o cloro oxidam os materiais. – Verificar se não tem skimmer quebrado, ou sem cestinha do filtro na parte interna. – Checar o estado do mobiliário. – Avaliar se não está na hora de trocar os cartazes para os banhistas retirarem o excesso de cremes e bronzeadores, antes de entrar na água. – Vistoriar o local em que os produtos ficam armazenados. Observe se não há embalagens com vazamento, retirando-as imediatamente do local. –  Verificar se a piscina atende às 5 exigências da campanha PISCINA+SEGURA – Dar férias ao piscineiro (se a piscina ficar fechada no período) – Averiguar se as instalações da piscina estão de acordo com as novas legislações, no que se refere à sinalização, botão de emergência, adequação do ralo de sucção. – Caso tenha vazamento, contratar uma empresa especializada para avaliar a extensão do problema e analisar se é possível corrigí-lo com injeção de gel acrílico ou poliuretano, ou, em casos mais graves, refazer a impermeabilização. – Não descuidar da água. Mesmo em períodos de pouco uso, e inclusive quando a piscina tem cobertura de proteção, é preciso tratar a água e realizar filtragem, ainda que com menos frequência.   Com apenas 5 atitudes você fornece mais de 95% de segurança contra afogamentos em piscinas 1 – Atenção 100% no seu filho(a) à distância de um braço mesmo na presença de um guarda-vidas. 2 – Guarda-vidas (*) sempre presente e certificado por entidade reconhecida pela Sobrasa – Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático, para cada piscina devidamente equipado com seu flutuador de resgate. (Não se aplica a piscinas residenciais) 3 – Urgência – Aprenda como agir em emergências aquáticas. O uso de cilindro de oxigênio é restrito ao guarda-vidas e deve estar em local visível e à disposição na área da piscina. 4 – Acesso restrito à(s) piscina(s) com uso de grades ou cercas transparentes com portões autotravantes a uma altura que impeça crianças de entrar no recinto da piscina sem um adulto. 5 – Sucção de cabelo e partes do corpo deve ser evitado com uso de ralo(s) anti-aprisionamento. Fonte: http://www.sobrasa.org/piscinamaissegura/