NOTÍCIAS - Locação

Durante o mês de Novembro, a Lowndes Condomínios e Locações preparou uma promoção especial para quem quer alugar um imóvel na cidade do Rio de Janeiro. Os imóveis que vieram para a Lowndes até o dia 31 de novembro irão pagar somente 50% do primeiro aluguel e ganharão um mês de anúncios grátis nos principais portais. Com a equipe de locação da Lowndes, você tem todo o suporte desde a vistoria até a entrega das chaves para o novo inquilino. Não perca esta oportunidade! Entre em contato agora mesmo: comercial.loca@lowndes.com.br ou 21 3213-3748

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Nem sempre as pessoas levam em consideração a rotina e as normas do condomínio na hora de fechar negócio e conhecer os passivos do condomínio pode ser determinante para a decisão   Achou o imóvel dos sonhos? O tamanho é perfeito, há lugar para guardar o carro, a infraestrutura é moderna, com portaria 24 horas, vigilância e você se sente seguro. Além disso, a área comum dispõe de diversas atrações para toda a família. Não falta mais nada para efetuar a compra e pegar as chaves, certo? Errado. Você parou para pensar na dinâmica do prédio ou do condomínio de casas, na convivência com os vizinhos e nas regras estabelecidas na convenção coletiva? Não? Pois é! Morar em coletividade significa seguir regras e entender que nem sempre a sua vontade prevalecerá. Simone Ramos, Consultora Condominial da Lowndes Condomínios e Locações, tem a palavra de ordem para antes da compra: investigação. “Solicite ao proprietário, corretor ou à pessoa com quem está negociando, informações como os últimos balancetes, as últimas atas das assembleias, a convenção e o regulamento interno. Todas essas informações podem influenciar diretamente na compra”, pondera a consultora. Dividir o espaço onde mora com outras pessoas pode ser prazeroso mas pode trazer muita dor de cabeça. Imagine que você descobre, depois de três meses, que o vizinho do lado é músico e treina bateria diariamente (dentro do horário permitido). Você trabalha de casa e precisa de silêncio para produzir, então o barulho pode ser um empecilho. Se você tivesse acesso a esta informação antes, provavelmente teria escolhido outra unidade. Você compra um apartamento, está feliz da vida e recebe o primeiro boleto condominial cobrando 10 parcelas de R$500,00 para pagamento de uma obra ou indenização trabalhista, que você desconhecia, mais uma decepção. Outro exemplo: você adora dar festas e tem muitos amigos. Assim que entra no prédio, marca uma comemoração de boas-vindas para 80 convidados. Ao passar a lista para a portaria, é advertido e informado que o número máximo de pessoas que o salão comporta é de 40 ocupantes e que, ainda por cima, não é permitida a contratação de banda ou músico. Não há o que ponderar com o administrador, porteiro ou síndico já que está escrito no regulamento interno, que você não conhecia até então. “Por essas e outras recomendamos que as atas das assembleias sejam lidas, pois na maioria das vezes os problemas recorrentes são formalizados nas atas”, reforça Simone. Portanto, junte o máximo de informação possível sobre o condomínio para onde você pretende ir. Munido de todas as informações que compõem não só o apartamento mas também aquela coletividade, a escolha será muito mais assertiva.

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Investir de pouco em pouco no imóvel facilita sua locação ou venda A decisão de mudar de imóvel pode ser muito demorada. Além de toda a burocracia, pesquisar os melhores bairros e preços pode ser uma tarefa complicada. Porém, com a ajuda de um corretor de imóveis, a procura pela nova moradia pode ser rápida e tranquila. Há mais de 82 anos no mercado de locação e compra e venda de imóveis, a Lowndes Condomínios e Locações tem uma equipe preparada e uma grande variedade de imóveis disponíveis no Rio de Janeiro, seja para locação ou para compra. “Hoje, o que as pessoas mais procuram é um imóvel que possua boa localização e segurança, e nós temos várias opções que seguem estas premissas”, revela Vânia Cristina, Gerente de Locação. O trabalho de locação da Lowndes percorre todas as etapas, desde a entrada do imóvel na empresa até a chegada do locatário, ou novo proprietário, no caso de compra, do imóvel. “Realizamos a vistoria completa e criteriosa do estado do imóvel, da documentação e fichas dos candidatos. Até o momento da entrega das chaves, nossos corretores e gerentes acompanham todo o processo”, afirma Francisco Lowndes, Diretor da administradora. Para quem está interessado em alugar um imóvel, a palavra de ordem é negociação. “A hora exata de negociar tudo é antes da entrega das chaves. Converse muito com o corretor, conheça os detalhes da vistoria e considere tudo o que pode negociar. A hora é essa”, sugere Vânia Cristina. As negociações podem ir desde a redução do valor mensal do aluguel até sua isenção por um período por conta de alguns reparos. Já para o proprietário do imóvel, a dica é ficar atento aos detalhes que o valorizam. “Reserve sempre uma quantia para pequenos reparos como troca de tomada, revisão da parte hidráulica, pintura e uma boa limpeza”, destaca Vânia. É importante que os proprietários entendam que deixar o imóvel sempre arrumado e pronto para um novo morador reduz o tempo para locação do mesmo. “A pergunta que todo proprietário deve fazer é “eu pagaria para morar aqui’? Se a resposta for não, é hora de parar e analisar qual melhoria pode ser realizada”, pondera a gerente. Para os especialistas da Lowndes, outro item que faz toda a diferença na hora da escolha do inquilino é a quantidade e a qualidade dos armários. Normalmente, os apartamentos são menores que casas e ter armários é essencial.           A edição do dia 03.02.2019 do Jornal Extra publicou matéria sobre o assunto.       Leia na íntegra: https://glo.bo/2S8bvcM

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Servir com cordialidade, proporcionando segurança e tranquilidade àqueles que nos confiam seus bens, aprimorando os serviços para dar sempre mais transparência, agilidade e precisão. Esta é a missão da Lowndes e ela não se restringe à administração condominial. No suporte aos proprietários de imóveis, sua atuação é a mesma. Pautada pela correção e qualidade de serviços. Dispondo de profissionais experientes e processos eficientes também na corretagem, a Lowndes efetua a avaliação e venda dos imóveis de seus clientes, a partir dos valores que são as marcas da empresa, reconhecida há 80 anos como sinônimo de segurança, credibilidade e sempre bons negócios. Também para a locação, o proprietário encontra soluções que lhes garantem segurança e tranquilidade. Pode contar, por exemplo, com o Aluguel Garantido, que é a certeza do recebimento da sua renda, tendo garantido o depósito mensal em sua conta bancária, na data certa, mesmo que o inquilino não pague! O Departamento Técnico da Lowndes vai até o local fazer uma vistoria prévia no imóvel, utilizando uma solução em tablet para detalhamento preciso, com fotos, de forma a ficarem definidas todas as responsabilidades do novo locatário. Ainda procurando uma menor rotatividade e maior segurança na locação, é feita uma análise cadastral rigorosa do candidato à locação. Os imóveis vagos, sejam para venda ou locação, são trabalhados de acordo com suas características e amplamente divulgados através de placas no local, em veículos de comunicação, em sites especializados, como o do Chave Fácil com adesão de empresas do Parceiro Global e no nosso próprio site. São ações conjuntas para dar maior agilidade na hora de negociar os imóveis. É a Lowndes, imprimindo aos serviços de locação e venda os mesmos princípios de bem servir que norteiam sua atuação na administração condominial para maior tranquilidade de seus clientes.

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TÍTULO I Da Locação CAPÍTULO I Disposições Gerais SEÇÃO I Da Locação em Geral (artigos 1 a 13) Art. 1 - A locação de imóvel urbano regula-se pelo disposto nesta Lei. Parágrafo único. Continuam regulados pelo Código Civil e pelas leis especiais: a) as locações: 1. de imóveis de propriedade da União, dos Estados e dos Municípios, de suas autarquias e fundações públicas; 2. de vagas autônomas de garagem ou de espaços para estacionamento de veículos; 3. de espaços destinados a publicidade; 4. em apart-hotéis, hotéis-residência ou equiparados, assim considerados aqueles que prestam serviços regulares a seus usuários e como tais sejam autorizados a funcionar. b) o arrendamento mercantil, em qualquer de suas modalidades. Art. 2 - Havendo mais de um locador ou mais de um locatário, entende-se que são solidários se o contrário não se estipulou. Parágrafo único. Os ocupantes de habitações coletivas multifamiliares presumem-se locatários ou sublocatários. Art. 3 - O contrato de locação pode ser ajustado por qualquer prazo, dependendo de vênia conjugal, se igual ou superior a dez anos. Parágrafo único. Ausente a vênia conjugal, o cônjuge não estará obrigado a observar o prazo excedente. Art. 4 - Durante o prazo estipulado para a duração do contrato, não poderá o locador reaver o imóvel alugado. O locatário, todavia, poderá devolvê-lo, pagando a multa pactuada, segundo a proporção prevista no art. 924 do Código Civil e, na sua falta, a que for judicialmente estipulada. Parágrafo único. O locatário ficará dispensado da multa se a devolução do imóvel decorrer de transferência, pelo seu empregador, privado ou publico, para prestar serviços em localidades diversas daquela do início do contrato, e se notificar, por escrito, o locador com prazo de, no mínimo, trinta dias de antecedência. Art. 5 - Seja qual for o fundamento do término da locação, a ação do locador para reaver o imóvel é a de despejo. Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica se a locação termina em decorrência de desapropriação, com a imissão do expropriante na posse do imóvel. Art. 6 - O locatário poderá denunciar a locação por prazo indeterminado mediante aviso por escrito ao locador, com antecedência mínima de trinta dias. Parágrafo único. Na ausência do aviso, o locador poderá exigir quantia correspondente a um mês de aluguel e encargos, vigentes quando da resilição. Art. 7 - Nos casos de extinção de usufruto ou de fideicomisso, a locação celebrada pelo usufrutuário ou fiduciário poderá ser denunciada, com o prazo de trinta dias para a desocupação, salvo se tiver havido aquiescência escrita do nu-proprietário ou do fideicomissário, ou se a propriedade estiver consolidada em mãos do usufrutuário ou do fiduciário. Parágrafo único. A denúncia deverá ser exercitada no prazo de noventa dias contados da extinção do fideicomisso ou da averbação da extinção do usufruto, presumindo-se, após esse prazo, a concordância na manutenção da locação. Art. 8 - Se o imóvel for alienado durante a locação, o adquirente poderá denunciar o contrato, com o prazo de noventa dias para a desocupação, salvo se a locação for por tempo determinado e o contrato contiver cláusula de vigência em caso de alienação e estiver averbado junto a matrícula do imóvel. § 1 - Idêntico direito terá o promissário-comprador e o promissário-cessionário, em caráter irrevogável, com imissão na posse do imóvel e título registrado junto à matrícula do mesmo. § 2 - A denúncia deverá ser exercitada no prazo de noventa dias contados do registro da venda ou do compromisso, presumindo-se, após esse prazo, a concordância na manutenção da locação. Art. 9 - A locação também poderá ser desfeita: I - por mútuo acordo; II - em decorrência da prática de infração legal ou contratual; III - em decorrência da falta de pagamento do aluguel e demais encargos; IV - para a realização de reparações urgentes determinadas pelo Poder Público, que não possam ser normalmente executadas com a permanência do locatário no imóvel ou, podendo, ele se recuse a consenti-las. Art. 10 - Morrendo o locador, a locação transmite-se aos herdeiros. Art. 11 - Morrendo o locatário, ficarão sub-rogados nos seus direitos e obrigações: I - nas locações com finalidade residencial, o cônjuge sobrevivente ou o companheiro e, sucessivamente, os herdeiros necessários e as pessoas que viviam na dependência econômica do "de cujus", desde que residentes no imóvel; II - nas locações com finalidade não residencial, o espólio e, se for o caso, seu sucessor no negócio. Art. 12 - Em casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da sociedade concubinária, a locação prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel. Parágrafo único. Nas hipóteses previstas neste artigo, a sub rogação será comunicada por escrito ao locador, o qual terá o direito de exigir, no prazo de trinta dias, a substituição do fiador ou o oferecimento de qualquer das garantias previstas nesta Lei. Art. 13 - A cessão da locação, a sublocação e o empréstimo do imóvel, total ou parcialmente, dependem do consentimento prévio e escrito do locador. § 1 - Não se presume o consentimento pela simples demora do locador em manifestar formalmente a sua oposição. § 2 - Desde que notificado por escrito pelo locatário, de ocorrência de uma das hipóteses deste artigo, o locador terá o prazo de trinta dias para manifestar formalmente a sua oposição. SEÇÃO II Das Sublocações (artigos 14 a 16) Art. 14 - Aplicam-se às sublocações, no que couber, as disposições relativas as locações. Art. 15 - Rescindida ou finda a locação, qualquer que seja sua causa, resolvem-se as sublocações, assegurado o direito de indenização do sublocatário contra o sublocador. Art. 16 - O sublocatário responde subsidiariamente ao locador pela importância que dever ao sublocador, quando este for demandado e, ainda, pelos aluguéis que se vencerem durante a lide. SEÇÃO III Do Aluguel (artigos 17 a 21) Art. 17 - É livre a convenção do aluguel, vedada a sua estipulação em moeda estrangeira e a sua vinculação a variação cambial ou ao salário mínimo. Parágrafo único. Nas locações residenciais serão observados os critérios de reajustes previstos na legislação específica. Art. 18 - É licito às partes fixar, de comum acordo, novo valor para o aluguel, bem como inserir ou modificar cláusula de reajuste. Art. 19 - Não havendo acordo, o locador ou o locatário, após três anos de vigência do contrato ou do acordo anteriormente realizado, poderão pedir revisão judicial do aluguel, a fim de ajustá-lo ao preço do mercado. Art. 20 - Salvo as hipóteses do art. 42 e da locação para temporada, o locador não poderá exigir o pagamento antecipado do aluguel. Art. 21 - O aluguel da sublocação não poderá exceder o da locação, nas habitações coletivas multifamiliares, a soma dos alugueis não poderá ser superior ao dobro do valor da locação. Parágrafo único. O descumprimento deste artigo autoriza o sublocatário a reduzir o aluguel ate os limites nele estabelecidos. SEÇÃO IV Dos Deveres do Locador e do Locatário (artigos 22 a 26) Art. 22 - O locador é obrigado a: I - entregar ao locatário o imóvel alugado em estado de servir ao uso a que se destina; II - garantir, durante o tempo da locação, o uso pacífico do imóvel locado; III - manter, durante a locação, a forma e o destino do imóvel; IV - responder pelos vícios ou defeitos anteriores a locação; V - fornecer ao locatário, caso este solicite, descrição minuciosa do estado do imóvel, quando de sua entrega, com expressa referência aos eventuais defeitos existentes; VI - fornecer ao locatário recibo discriminado das importâncias por este pagas, vedada a quitação genérica; VII - pagar as taxas de administração imobiliária, se houver, e de intermediações, nestas compreendidas as despesas necessárias à aferição da idoneidade do pretendente ou de seu fiador; VIII - pagar os impostos e taxas, e ainda o prêmio de seguro complementar contra fogo, que incidam ou venham a incidir sobre o imóvel, salvo disposição expressa em contrário no contrato; IX - exibir ao locatário, quando solicitado, os comprovantes relativos as parcelas que estejam sendo exigidas; X - pagar as despesas extraordinárias de condomínio. Parágrafo único. Por despesas extraordinárias de condomínio se entendem aquelas que não se refiram aos gastos rotineiros de manutenção do edifício, especialmente: a) obras de reformas ou acréscimos que interessem a estrutura integral do imóvel; b) pintura das fachadas, empenas, poços de aeração e iluminação, bem como das esquadrias externas; c) obras destinadas a repor as condições de habitabilidade do edifício; d) indenizações trabalhistas e previdenciárias pela dispensa de empregados, ocorridas em data anterior ao inicio da locação; e) instalação de equipamentos de segurança e de incêndio, de telefonia, de intercomunicação, de esporte e de lazer; f) despesas de decoração e paisagismo nas partes de uso comum; g) constituição de fundo de reserva. Art. 23 - O locatário é obrigado a: I - pagar pontualmente o aluguel e os encargos da locação, legal ou contratualmente exigíveis, no prazo estipulado ou, em sua falta, até o sexto dia útil do mês seguinte ao vencido, no imóvel locado, quando outro local não tiver sido indicado no contrato; II - servir-se do imóvel para uso convencionado ou presumido, compatível com a natureza deste e com o fim a que se destina, devendo tratá-lo com o mesmo cuidado como se fosse seu; III - restituir o imóvel, finda a locação, no estado em que o recebeu, salvo as deteriorações decorrentes do seu uso normal; IV - levar imediatamente ao conhecimento do locador o surgimento de qualquer dano ou defeito cuja reparação a este incumba, bem como as eventuais turbações de terceiros; V - realizar a imediata reparação dos danos verificados no imóvel, ou nas suas instalações, provocados por si, seus dependentes, familiares, visitantes ou prepostos; VI - não modificar a forma interna ou externa do imóvel sem o consentimento prévio ou por escrito do locador; VII - entregar imediatamente ao locador os documentos de cobrança de tributos e encargos condominiais, bem como qualquer intimação, multa ou exigência de autoridade publica, ainda que dirigida a ele, locatário; VIII - pagar as despesas de telefone e de consumo de forca, luz e gás, água e esgoto; IX - permitir a vistoria do imóvel pelo locador ou por seu mandatário, mediante combinação prévia de dia e hora, bem como admitir que seja o mesmo visitado e examinado por terceiros, na hipótese prevista no art. 27; X - cumprir integralmente a convenção de condomínio e os regulamentos internos; XI - pagar o prêmio do seguro de fiança; XII - pagar as despesas ordinárias de condomínio. § 1 - Por despesas ordinárias de condomínio se entendem as necessárias a administração respectiva, especialmente: a) salários, encargos trabalhistas, contribuições previdenciárias e sociais dos empregados do condomínio; b) consumo de água e esgoto, gás, luz e forca das áreas de uso comum; c) limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum; d) manutenção e conservação das instalações e equipamentos hidráulicos, elétricos, mecânicos e de segurança, de uso comum; e) manutenção e conservação das instalações e equipamentos de uso comum destinados a pratica de esportes e lazer; f) manutenção e conservação de elevadores, porteiro eletrônico e antenas coletivas; g) pequenos reparos nas dependências e instalações elétricas e hidráulicas de uso comum; h) rateios de saldo devedor, salvo se referentes a período anterior ao inicio da locação; i) reposição do fundo de reserva, total ou parcialmente utilizado no custeio ou complementação das despesas referidas nas alíneas anteriores, salvo se referentes a período anterior ao inicio da locação. § 2 - O locatário fica obrigado ao pagamento das despesas referidas no parágrafo anterior, desde que comprovados a previsão orçamentária e o rateio mensal, podendo exigir a qualquer tempo a comprovação das mesmas. § 3 - No edifício constituído por unidades imobiliárias autônomas, de propriedade da mesma pessoa, os locatários ficam obrigados ao pagamento das despesas referidas no § 1 deste artigo, desde que comprovadas. Art. 24 - Nos imóveis utilizados como habitação coletiva multifamiliar, os locatários ou sublocatários poderão depositar judicialmente o aluguel e encargos se a construção for considerada em [...]

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Saiba aqui como minimizar os danos à saúde e como manter a qualidade do ar, evitando a penalização pela Vigilância Sanitária POLUIÇÃO DE AR INTERNO Proprietários, locatários e administradores de imóveis climatizados por sistemas acima de 60.000 BTU/H, são diretamente responsáveis pela qualidade do ar respirado por seus ocupantes. Começa a ser aplicada a Resolução nº 176/00 do Ministério da Saúde que determina os limites de tolerância da poluição em ambientes refrigerados, de modo a preservar a saúde dos que os freqüentam. Cabe à Vigilância Sanitária exercer a fiscalização, e os infratores poderão ser penalizados com multas que variam de R$ 2 mil à R$ 200 mil. A portaria n.º 3523 que trata da manutenção de qualidade do ar interno foi publicada em agosto de 1998 porém, somente em outubro do ano passado, foi publicada a resolução que estabelece os parâmetros e normas para atuação da Vigilância Sanitária - órgão responsável por fazer cumprir a nova lei, e que já inicia a fiscalização efetiva em todo o país. A Associação Nacional de Tecnologia de Ar Interior - ANATAI/Seção Rio - explica que a portaria se refere basicamente ao estabelecimento de uma rotina de procedimentos de limpeza em sistemas de refrigeração de grande porte. Para isso empresas e condomínios devem implantar o Plano de Manutenção, Operação e Controle - PMOC - sob a responsabilidade de técnico ou empresa especializada, realizando limpezas periódicas e mantendo as informações atualizadas e avalizadas pelo encarregado de manutenção. Já a Resolução ora em vigor, define os procedimentos a serem utilizados pelas Vigilâncias Sanitárias no que compete a fiscalização da qualidade do ar dos ambientes refrigerados. O processo de análise é bastante simples. Técnicos colhem amostras do ar, absorvidas por aparelho dotado de filtros com meio de cultura, para determinar os microorganismos existentes. Depois da coleta do material, os filtros são colocados em incubadoras. Se o laudo determinar contagem de microorganismos acima de 750 Unidades Formadoras de Colônia (UFC) - padrão estipulado pela Organização Mundial de Saúde - por metro cúbico de ar, o ambiente é considerado impróprio para saúde, e o responsável penalizado na forma da lei. A INIMIGA SOLTA NO AR A preocupação com a qualidade do ar interno não é novidade nos países da Europa e nos Estados Unidos. A falta de limpeza nos filtros e dutos de ar refrigerado propicia o desenvolvimento de microrganismos - fungos, bactérias e leveduras - que podem levar os ocupantes de ambientes climatizados a contraírem doenças respiratórias, infecciosas ou alérgicas. Não há ainda estatísticas no Brasil, mas pesquisas da Associação Médica Americana revelam que um terço dos casos relatados no Boletim Nacional de Saúde Pública Americana tem causa diretamente ligada à poluição de interiores. A Associação Americana de Pneumologia aponta para uma perda anual de US$ 100 bilhões, em função do absentismo, redução de produtividade e intervenções médicas de pessoas que freqüentam assiduamente locais com ar refrigerado. No Brasil, o assunto só passou a receber maior atenção das autoridades sanitárias a partir da morte do ministro das Comunicações Sérgio Motta, em abril de 1998, cujo quadro clínico foi agravado pela presença de fungos e bactérias alojados no sistema de ar refrigerado de seu gabinete. Entretanto, o maior perigo de interiores contaminados é a possibilidade de presença da legionella pneumophila, bactéria que habita principalmente dutos de ar condicionado. Ela foi descoberta em 1976 quando vitimou nada menos do que 255 legionários americanos, que participavam de uma convenção em um hotel, na Filadélfia. Todos foram hospitalizados em estado grave e 34 morreram. A legionella prolifera principalmente em bebedouros, sistemas de ar condicionado central e torres de refrigeração de água. As pessoas portadoras de doenças respiratórias são as mais propensas ao contágio. A legionella pode desencadear verdadeiras epidemias de pneumonia em empresas, ou estar presente em casos isolados. A doença, porém, é curável, desde que diagnosticada a tempo. PREVENÇÃO Segundo a ANATAI, as providências para manter o ar interno saudável devem obedecer a uma rotina ser implementada por empresa especializada no assunto e capacitada a fazer cumprir todas as exigências da lei. Na prática, o trabalho é iniciado com a análise microbiológica do sistema por pontos isolados para após o laudo, proceder-se a higienização dos dutos e da casa de máquinas. O método de limpeza mais eficiente até o momento, tem sido através da utilização de robôs operados por controle remoto, que realizam a varredura dos dutos, por meio de escovas rotativas impulsionadas por ar comprimido. Outros acessórios acoplados ao aparelho, efetuam a sanitarização, pulverizando bactericidas e fungicidas, autorizados pelo Ministério da Saúde. Todo o efetivo necessário para a limpeza de um sistema consiste no engenheiro responsável, um técnico em química, um técnico em monitoração e dois operadores. Ainda como dispõe a lei, o trabalho deve feito com o menor transtorno possível para os ocupantes do imóvel. Ao final de cada limpeza o responsável deverá emitir o laudo, que passa a integrar o PMOC. Para maiores esclarecimentos, a ANATAI/Seção Rio está disponibilizando o telefone 0800 211046, onde podem ser obtidos todos os detalhes sobre a nova lei. Estudiosos da qualidade do ar tanto no Brasil, quanto no resto do mundo,concordam que passar oito horas diárias em ambiente climatizado pode ser mais prejudicial à saúde do que se expor monóxido de carbono dos grandes centros. Concordam também que procedimentos relativamente simples, como a limpeza de filtros e dutos de sistemas de ar condicionado são os únicos meios de manter estes ambientes livres de bactérias, que podem desencadear verdadeiras tragédias. Informações Adicionais: Marilia Campos / Renata Terra MCA Imprensa & Relações Públicas - Assessoria de Imprensa ANATAI/Seção Rio Telefax.: 21 3813-0674 e-mail: mcapress@terra.com.br

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