NOTÍCIAS - Ações Positivas

Escolha um link e clique. Quero ajudar ou quero ser ajudado? Unir estas duas pontas, algo que poderia ser mais difícil, é rápido e fácil através da plataforma E-Solidário, uma Rede Solidária criada por um analista de sistemas para promover o encontro entre Organizações Sociais e pessoas dispostas a ajudar com objetos, tempo ou dinheiro. Registrada como uma associação sem fns lucrativos pelo seu desenvolvedor, Gustavo Dutra Martins, ele mesmo voluntário de ações sociais diversas, ela busca se valer das redes sociais para ampliar o alcance e dar transparência às ações das OSCs e, ao mesmo tempo, permitir que mais pessoas possam oferecer ajuda a partir de necessidades específicas de cada organização. Criada em 2011, é difícil quantificar o número de beneficiados ao longo deste tempo, mas estima-se que mais de 16 mil pessoas tenham sido impactadas de alguma forma com a possibilidade que a plataforma abre de dar visibilidade para as instituições que buscam apoio. Além das ações via redes sociais, a E-Solidário também realiza eventos que aproximam quem quer ajudar de quem precisa ser ajudado, através das Visitas Solidárias. Tudo começou com a parceria realizada com moradores e a Comissão de Transporte do Condomínio Parque das Rosas, na Barra da Tijuca. Sempre que se consegue um número de voluntários maior, um ônibus que faz o transporte de moradores é cedido para levar os voluntários do Condomínio até uma instituição para que tenham a oportunidade de vivenciar o voluntariado e conhecer de perto para onde vai sua doação. A partir do sucesso desta parceria, o convite para as Visitas Solidárias foi parar nas redes sociais para quem mais quiser participar, indo em seu próprio carro, como em uma caravana do bem. Uma experiência de amor e de alegria, vendo nos olhos dos beneficiados o reflexo de sua ação solidária, que podem ser as crianças de uma creche ou os idosos de uma casa de acolhimento. A Rede Solidária também vem ampliando o alcance de suas ações, a fim de fomentar a evolução das organizações. Firmou uma parceria com o Instituto Floriano Peçanha dos Santos (IFPS), entidade com experiência na promoção de ações socioeducativas e culturais para empoderamento de moradores de comunidades empobrecidas, e já está com um projeto-piloto capacitando 14 OSCs. A Parceria Solidária promove serviços de apoio ao desenvolvimento de organizações inscritas na Rede E-Solidário, com capacitação de gestores e equipe, acompanhamento e avaliação na prestação de contas sobre avanços alcançados e suporte à realização de campanhas de arrecadação. PARA SABER MAIS E PARTICIPAR Todo o trabalho realizado no E-Solidário é voluntário e suas campanhas de arrecadação são dirigidas às organizações cadastradas na Rede. Qualquer um pode entrar no site e oferecer tempo, conhecimento, objetos ou dinheiro para quem precisa. Pode se engajar participando das Visitas Solidárias mensais de voluntários as OSCs e, acima de tudo, saber o que cada uma faz, a quem ajuda, e como precisa ser ajudada. A plataforma é amigável e muito fácil de ser utilizada. Além disto, há ainda o blog, a página do Facebook e o Twitter, onde é possível encontrar mais informação, inclusive agenda e cobertura de eventos que reúnem voluntários e Organizações. A fim de angariar recurso para custos administrativos, a Rede oferece ainda serviços, como o de medição do aporte de doações e da repercussão deles para a área de responsabilidade social das empresas. E esta é mais uma forma de ajudar.   DESAPEGUE Todos têm em casa objetos usados, úteis e em bom estado, que não se quer mais, mas vão ficando pelos cantos. Da mesma forma, os condomínios costumam ter problemas com objetos que os moradores não querem mais e acabam sendo deixados de lado, ocupando áreas comuns. Ambos podem encontrar a solução para seu problema na doação. Através do E-Solidário, a Organização fica sabendo o que você tem e não quer mais e vai buscar, facilitando encontrar o destino para aquele objeto útil, mas que para você tornou–se um estorvo. Acesse www.e-solidario.com.br e doe!

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O Instituto Ekloos é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2007, com o objetivo de impulsionar ONGs e negócios sociais no desenvolvimento das áreas de gestão, marketing, tecnologia, projetos e negócios, como uma aceleradora de empresas. Tudo começou quando a fundadora, Andréa Gomides, executiva experiente na gestão de grandes corporações, em trabalho voluntário, passou por situações que demonstravam o quanto faltava às boas ações um incremento que impulsionasse e ampliasse o seu alcance. Para ela, a desigualdade social do Brasil deve estimular que cada um passe por um processo de reflexão. “O que eu posso fazer para mudar a realidade do nosso País?”, perguntava-se. Ela se inspirou no livro “Saí da Microsoft para mudar o mundo” de John Wood, que depois de uma viagem para a Ásia se envolveu com ações sociais e utilizou toda a sua experiência de executivo para garantir a qualidade do atendimento que prestavam. E assim, surgiu o desenho básico do que hoje é o Instituto Ekloos, que impulsiona as boas ações dos empreendedores sociais. Por exemplo, uma professora de balé que quer ensinar as crianças, mas não tem conhecimento de gestão, recebe o apoio da Ekloos através de capacitação e mentoria e assim consegue ir além com a sua iniciativa. Ao mesmo tempo que um empreendedor, que teve uma ideia de comercializar um produto ou um serviço que gera impacto social, pode ser ajudado a viabilizar a sua ideia. O conceito criado pelo Instituto Ekloos de Aceleradora Social se baseia no mercado corporativo, onde empresas aceleram startups e ficam como sócias do negócio. No caso da Ekloos, a Aceleradora é sem fins lucrativos, mas segue o mesmo princípio de alavancar as iniciativas sociais. A Ekloos trabalha em duas frentes, une elos através de parcerias entre ONGs, empresas e o governo, para alcançar a sustentabilidade das iniciativas sociais e estimula o voluntariado e a atuação responsável. Com 10 anos de atividades, já ajudou 900 ações e desenvolveu inúmeras soluções, inclusive um sistema online de gestão, o ONGFácil, que, de forma automatizada, fornece informações e recursos tecnológicos para apoiar decisões estratégicas, além de facilitar a prestação de contas para os financiadores. O sistema tem módulos gratuitos para projetos, doadores, beneficiários e contas a receber e módulos com valores simbólicos. Segundo a fundadora do Instituto, a ajuda financeira é fundamental, pois a crise de credibilidade que atravessa o País atinge fortemente as organizações e há pouca doação de pessoas físicas. Para saber mais e ajudar O Instituto Ekloos recebe doações em espécie, que ajudam a fomentar mais ações sociais, e também trabalho voluntário. Todas as formas de ajudar são facilmente acessadas pelo site http://www.ekloos.org/.

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Organização conecta quem deseja realizar trabalho voluntário a ONGs e projetos sociais Atados. É assim que se chama o projeto criada há apenas quatro anos por amigos da Universidade de São Paulo, em São Paulo, mas que já está também em Brasília e no Rio de Janeiro, juntando gente boa. Com o objetivo de permitir que ONGs e projetos sociais divulguem suas vagas para interessados em realizar um trabalho voluntário, reuniu rapidamente quase 50 mil pessoas que encontraram no Atados uma maneira fácil de se engajar. Só no Rio, onde está há pouco mais de um ano, conta com mais de 2 mil voluntários atuando em alguma ONG ou projeto social. E não é só isto. Da união de muita gente boa surgiram ideias que se transformaram em ações sociais bem sucedidas. É o caso do Abraço Cultural (www.abracocultural.com.br), que abriu oportunidade para que refugiados trabalhem como professores de línguas aqui no Rio. Tudo começou durante a Copa do Mundo do Brasil, quando voluntários organizaram uma ação de confraternização para aqueles que encontraram em nosso País um abrigo, a Copa do Mundo dos Refugiados. Foi neste contato que pensou-se que, além de aprenderem, poderiam ter ocupação e renda ensinando as suas línguas. Hoje, há voluntários brasileiros dando aulas de português aos refugiados, mas há também refugiados dando aulas de francês, inglês, árabe, espanhol, para mais de 200 alunos. E este é apenas um exemplo. O Atados deu início a outras organizações sociais como a Sementes de Transformação (www.sementesdetransformacao.com.br), formação de jovens de ensino médio em empreendedorismo social e autoconhecimento para realização de projetos sociais, a Casa de Trocas (www.facebook.com/casadetrocas), Coworking e cohousing com cursos livres e abertos para o público, sem custo, e a Feminicidade (www.feminicidade.com.br), que ouve histórias de mulheres pelas cidades e registra estes depoimentos em fotografias, textos, frases e poesias, e realiza eventos para o empoderamento das mulheres. Atualmente, a plataforma reúne mais de 900 ONGs e projetos sociais com inúmeras vagas em aberto para voluntariado. Para saber mais e participar: Quer contribuir de alguma forma, mas não sabe como, nem por onde começar? Acesse e curta www.facebook.com/atadosjuntandogenteboa, no facebook, do Atados e encontre a sua opção de trabalho voluntário! Basta criar um perfil no site www.atados.com.br, indicando as causas em que acredita, suas habilidades, a região que quer atuar e os dias e horários que tem disponíveis para isso, e candidatar-se para fazer um trabalho voluntário. Ainda não tem certeza de que pode fazer isto? Então experimente no Dia das Boas Ações. Nos dias 1 e 2 de abril (sábado e domingo), o Atados se une a um movimento global para estimular a realização de atividades de voluntariado e realiza diversas atividades sociais para que todos tenham esta oportunidade. O endereço do evento é o Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, onde atrações de arte e cultura, muitas oficinas e diversão, permitirão o contato com o universo do voluntariado. Na página do Facebook da ONG estão fotos e informações de eventos anteriores e mais a programação deste ano. Acesse! Para financiar a causa: Todo trabalho gratuito que o Atados realiza é fomentado pelos serviços pagos que presta a empresas. São soluções altamente especializadas para a área de responsabilidade social, desenvolvidas por quem faz. Saiba quais e veja a que melhor pode atender a sua empresa: . Responsabilidade Social – constrói para a empresa programa de responsabilidade social, de voluntariado empresarial e de estratégias de investimento social. . Recursos Humanos – desenvolve nas equipes da empresa competências de liderança, criação de projetos, oficinas e vivências sobre cultura colaborativa e integração dos funcionários em projetos sociais. . Marketing e comunicação – faz o marketing de causas aliado a projetos sociais reais e de alto impacto e visibilidade, constrói projetos de inovação social conectando talentos da empresa com necessidades e oportunidades das ONGs e projetos parceiros do Atados, e faz a comunicação para engajamento de funcionários. . Tecnologia – constrói plataformas tecnológicas personalizadas de voluntariado, com as funcionalidades de Inscrição de ONGs e ações voluntárias, Inscrição e controle de voluntários, Interação social e Personalização e flexibilidade de uso da plataforma. Confira exemplos destas soluções no endereço eletrônico: http://servicos.atados.com.br/

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Fundada em 2008, a Make-A-Wish Brasil realiza sonhos de crianças portadoras de doenças que colocam em risco suas vidas. São sonhos infantis, como o de conhecer os personagens Patati Patatá, ou ter uma simples boneca, ou uma peruca depois de perder os cabelos devido aos efeitos do tratamento, que são realizados com o auxílio de uma rede de voluntários e parceiros que colaboram com recursos financeiros, produtos e serviços. Ela é uma das 38 afiliadas da Make-A-Wish International, uma das instituições de apoio à criança mais conhecidas e respeitadas no mundo, presente em quase 50 países, cuja história de sua fundação dá uma ideia clara do que é o seu trabalho. Em 1980, o pequeno Chris, um menino de 7 anos em tratamento de leucemia, tinha o sonho de se tornar um policial. Quando sua saúde começou a piorar, um amigo da família conseguiu através de um oficial do Departamento de Segurança Pública do Arizona (USA) um dia para melhorar o seu astral. Ele incluía uma carona em um helicóptero da polícia, que o levou para o quartel general, onde três patrulheiros e um oficial motociclista o cumprimentaram antes de o levarem ao encontro da tropa do Departamento de Segurança Pública (DSP). Lá, Chris fez o juramento como o primeiro patrulheiro honorário do DSP da história. Eles também fizeram um uniforme especial que foi apresentado pelos oficiais para o Chris no dia primeiro de maio, data para a qual programaram um teste de motociclista que permitira a ele receber seus pins em forma de asa para colocar na farda. Chris passou no teste com ótimas notas em sua motocicleta operada com bateria e, ao retornar ao hospital, pediu para arrumarem o quarto de uma maneira que sempre pudesse ver seu uniforme,  capacete de motociclista e a boina de campanha. Chris faleceu um dia depois, mas não sem antes ter experimentado a esperança, a força e a alegria de ter um sonho seu realizado. Sua mãe, Linda, e vários voluntários que participaram da realização de seu sonho e puderam vivenciar a transformação que ocorreu com o menino e com eles mesmos, decidiram que a ideia de transformar sonhos em realidade não poderia morrer. E, assim, nasceu a Make-A-Wish Foundation. Como participar e ajudar Para a criança que tem seu futuro ameaçado por uma doença grave, ter um sonho realizado significa que tudo é possível, que vale a pena acreditar. Especialmente naquele momento ela pode esquecer de tudo e ser, apenas, criança. E é esta ideia que está por trás de todo o trabalho, que depende, exclusivamente, do apoio de voluntários e da ajuda financeira de pessoas físicas e jurídicas. Os voluntários são responsáveis pelo contato com a criança e sua família, desenho do sonho, captação de recursos para viabilizar o sonho e a efetiva realização do mesmo. De todos é exigido treinamento específico para realização dos sonhos. Todas as formas de participar estão detalhadas e são facilmente acessadas através do endereço eletrônico http://www.makeawish.org.br/como-apoiar-pessoa-fisica/. No site da Make-A-Wish Brasil há ainda relato com fotos das histórias dos sonhos realizados, além do formulário de ficha de cadastro para que pais, cuidadores, ou as próprias crianças, possam preencher com seu sonho. Para finalizar o cadastro é necessário anexar o laudo médico da criança. BOX O PODER DE UM SONHO Viver uma experiência transformadora através da realização do verdadeiro sonho tem um impacto direto na força emocional de todos que participam desse processo. Pesquisa realizada pela Make-A-Wish América comprova que: 89% dos pais observaram um aumento na força emocional da criança, que pôde ajudá‐la na melhoraria do quadro médico 81% dos pais observaram um aumento na vontade da criança continuar com o tratamento contra a doença; 97% dos pais afirmam que houve um aumento da união familiar 84% dos pais observam uma redução no nível de ansiedade e temor dos filhos 92% dos voluntários se sentiram mais motivados a doar e ajudar outras famílias 91% dos voluntários e 94% dos pais expressaram um profundo comprometimento com a filantropia e o voluntariado

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A cidade que se tem, a cidade que se quer. O debate vem ganhando força e a ActionAid, uma organização internacional de combate à pobreza, tomou partido. Um de seus eixos de trabalho é o Direito da Mulher e, desde 2014, mantém a campanha Cidades Seguras para as Mulheres. O objetivo inicial é chamar a atenção das autoridades para os problemas de violência que as mulheres enfrentam nos espaços públicos. Alcançando, a longo prazo, a melhoria da qualidade dos serviços públicos para que as mulheres estejam menos vulneráveis à violência e para a conscientização da população sobre o tema. Atualmente, o trabalho está centrado em diferentes eixos: educação, moradia, segurança, transporte e iluminação. O resultado mais expressivo deste trabalho aconteceu em São Paulo, quando o bairro de Heliópolis tornou-se o primeiro da cidade a receber iluminação 100% de led, em resposta a um lanternaço realizado pela campanha com as mulheres da comunidade percorrendo as ruas com lanternas acessas, alertando para o problema da falta de iluminação que torna o ir e vir marcado pelo medo e pela violência. A campanha construiu, com as mulheres das comunidades onde trabalha com a campanha, uma carta política com as demandas para melhorar a oferta de serviços públicos como iluminação, moradia, transporte, policiamento e educação. A carta foi entregue em secretarias municipais e estaduais, prefeituras e governos. Entre as demandas da carta, está a de universalizar a implantação e manutenção da iluminação pública por governos e concessionárias. No transporte, pede campanhas educativas e medidas protetivas para dentro dos veículos públicos, como a capacitação de motoristas e cobradores para lidarem com casos de assédio, além da melhoria na qualidade e quantidade da frota, priorizando a oferta para as áreas de periferia. A moradia também entra, pois, além do acesso, as mulheres precisam ter segurança na propriedade de suas casas. A segurança também é um foco da campanha. Menos de 10% dos municípios brasileiros possuem delegacia da mulher e somente 8% têm unidade de acolhimento para mulheres vítimas de violência. O documento entende que a capacitação de policiais para realizar um atendimento humanizado às vítimas de violência de gênero é fundamental. Por fim, a educação, pois, muitas vezes, ela acaba reforçando padrões e comportamentos tanto na escola como dentro de casa. A carta pede uma educação pública de qualidade, inclusiva, igualitária e não sexista nem homofóbica. Em uma das ações, realizada no dia 20 de junho, Dia Internacional de Cidades Seguras para as Mulheres, data celebrada pela ActionAid nos países onde está presente, ativistas organizaram um flash mob no qual todas as mulheres deitaram no chão simultaneamente, simbolizando o imenso número de assassinatos de mulheres no país. E foi aberto um fórum para apresentar os resultados da pesquisa “Percepção da Mulher sobre Violência e Segurança”, onde fica claro que a sensação de medo é uma limitação muito maior para o exercício livre do ir e vir do que o próprio número de assaltos ou estupros. Um estudo lançado pela organização na mesma data mostrou que 86% das mulheres brasileiras ouvidas já sofreram assédio em público em suas cidades. Metade das mulheres entrevistadas disse que já foi seguida nas ruas, 44% tiveram seus corpos tocados, 37% disseram que homens se exibiram para elas e 8% foram estupradas em espaços públicos. Um cenário que causa indignação não só ao universo feminino, mas a qualquer um que tenha o mínimo de senso de cidadania. Além de lanternaços em diversas cidades espalhadas pelo país, a campanha também tem formado gestoras e gestores públicos sobre planejamento urbano sensível a gênero. Neste momento, os esforços estão concentrados nas reuniões preparatórias para a Conferência da ONU Habitat, que será realizada este ano, em outubro, em Quito, no Equador. O evento acontece a cada 20 anos e é importante que a declaração final, que apresentará a nova agenda urbana, abra espaços para as mulheres participarem do planejamento urbano e dos processos de decisão que ocorrem dentro das cidades, além de políticas e medidas que promovam o fim da violência contra as mulheres em espaços públicos. A luta é pela melhoria dos serviços públicos, para que atendam às necessidades das mulheres. Na prática, significa que o serviço deve ser promovido de forma a coibir qualquer assédio ou violência, e de forma a transformar as relações de gênero. Além disso, a ONG está preparando as ações de mobilização para os 16 Dias de Ativismo contra a Violência contra a Mulher, que acontecerão entre 25 de novembro e 10 de dezembro. No dia 25, será lançada a pesquisa Freedom to Move, que vai comparar três países (Brasil, Bangladesh e Nigéria) sobre quanto custa o transporte público sensível a gênero. Os vagões específicos para as mulheres não podem ser a única ação de combate ao assédio e violência. É preciso que esteja aliada a outras ações mais estruturantes, como capacitação dos agentes, campanhas educativas, etc. Caso contrário, o vagão feminino somente segrega e não erradica o problema. A pesquisa é assinada pela ActionAid Internacional. Como participar e ajudar? A principal arma da campanha é a informação e a mobilização. Todas as pessoas podem participar postando fotos e mensagens com a hashtag #cidadessegurasporque. A ONG mantém um site que reúne as mensagens dos ativistas do mundo todo por Cidades Seguras. A importância destas mensagens é conscientizar, lançar luz sobre os problemas, a fim de mobilizar para buscar por soluções efetivas no âmbito das políticas das cidades. Para saber mais e participar, acesse: http://www.cidadesseguras.org.br.

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A Sociedade Beneficente das Damas Israelitas do Rio de Janeiro – Froien Farain, foi fundada em 1923, com o objetivo de prestar assistência aos imigrantes oriundos da Europa, ajudando-os a encontrar moradia e trabalho, fornecendo alimentos, roupas e medicamentos. Nove décadas após, a entidade não só mantém as atividades assistenciais, como também uma Casa Geriátrica para idosos fragilizados e um Centro de Recuperação. O Centro de Recuperação atende aqueles que precisam de cuidados em fase pós-operatória, ou passam por algum procedimento que necessite de atenção permanente na fase de recuperação. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail dir_residencia@froienfarain.org.br ou do telefone (21) 2254-8295, inclusive para agendar uma visita. O atendimento é realizado por médico e equipe multidisciplinar. Uma excelência profissional reconhecida por certificados de utilidade pública nos níveis municipal, estadual e federal. Desde 1959, o Froien Farain funciona na Tijuca, sendo referência em atendimento digno aos idosos com a saúde comprometida. Como participar e ajudar O Froien Farain mantém-se através das contribuições dos associados, da renda de eventos beneficentes, da venda do seu bazar, de doações pontuais e campanhas de financiamento coletivo. As contribuições podem ser quitadas na periodicidade escolhida pelo associado: mensal, trimestral, semestral ou anual, sob a forma de boleto ou cartão de crédito. Associando-se, a partir de R$30,00 mensais, é possível ajudar o Froien Farain a manter o seu trabalho assistencial. Há ainda as contribuições pontuais e o apoio a projetos específicos, além da doação de roupas (novas e usadas), calçados, móveis, acessórios, obras de arte etc. para o Bazar. Mais detalhes através do site: http://www.froienfarain.org.br/associe-se É possível também ser um voluntário. Para tanto, é preciso ser maior de 18 anos, ter disponibilidade de três (ou mais) horas semanais, ser pontual e responsável em relação ao cumprimento de tarefas, sentir empatia com a causa dos idosos, aceitar as normas e seguir as orientações institucionais, ter espírito cooperativo e boa capacidade de relacionamento interpessoal. Dentre os trabalhos que pode realizar estão: – Participar das campanhas de captação e divulgação, contatando pessoas por telefone; – Participar do planejamento e execução de eventos internos: programação, divulgação, convites, apoio durante o evento, agradecimentos; – Participar do planejamento e execução de eventos externos: identificar possíveis eventos, fazer contatos com entidades e pessoas das áreas culturais e de entretenimento, vender ingressos, providenciar apoio logístico, ajudar nos controles administrativos; – Atuar na área administrativa: conferir/selecionar/arquivar documentos, inventariar bens, supervisionar estoques, conferir rouparia; – Atuar no Bazar: receber e conferir doações, separar produtos para uso interno dos residentes e para a venda, fixar preços, controlar estoque, efetuar vendas; – Entreter os idosos: conversar, ler, cantar etc.; – Atuar na cozinha e no refeitório: colaborar com a nutricionista com sugestões para o cardápio, acompanhar a preparação das refeições, preparar o refeitório, estar presente durante as refeições.

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