NOTÍCIAS - Condomínios

Já está em vigor  a Lei Municipal 6.634/19 que possibilita a instalação de equipamento eliminador de ar da tubulação do sistema de abastecimento de água no ramal de entrada de residência, comércio, serviço ou indústria. A lei, de autoria dos vereadores Eliseu Kessler (PSD) e Thiago Ribeiro (MDB), foi sancionada em decorrência do aumento de reclamações acerca da existência de ar nas tubulações, o que acarreta um aumento significativo nas contas a serem pagas. A partir de agora, todos os hidrômetros deverão conter o eliminador de ar inserido no ramal de entrada, o que pode gerar uma economia de 30% nas contas de água. Para ter a instalação concluída, o consumidor deve notificar a concessionária responsável para que, em um prazo máximo de 30 dias, efetue a instalação do aparelho. Caso a concessionária não efetue no prazo, deverá realizar um desconto de 20% equivalente ao valor da conta de água do mês anterior à solicitação. A instalação deverá ser custeada, inicialmente, pela própria concessionária e este valor será pago pelo consumidor em suas próximas contas, mediante parcelamento em até quatro vezes.

Leia mais >>

Julho é sinônimo de férias escolares. Férias significam dias e dias com a criançada dentro do apartamento buscando distração. Há inúmeras opções de entretenimento para dentro de casa, mas eventualmente as ideias acabam e surge a vontade de desfrutar das áreas comuns do condomínio e é papel do síndico garantir que estas áreas estejam preparadas para receber a garotada com segurança. É do síndico, também, que podem vir propostas inovadoras para atividades que envolvam todos os moradores. Simone Ramos, Consultora Condominial da Lowndes Condomínios e Locações, reuniu algumas dicas para garantir o bom uso das áreas comuns. “Primeiro, certifique que os brinquedos e objetos adquiridos tenham o selo do Inmetro, não estejam enferrujados ou com remendos que podem colocar em risco a brincadeira das crianças”, alerta Simone. Para a consultora, liberar acesso à internet é outro chamariz nesta era digital: “disponibilizar wi-fi nas áreas comuns incentiva as crianças a navegarem e trocarem juntas”.     A consultora reforça a importância da comunicação visual dos espaços e do monitoramento por funcionários ou câmeras de segurança. “O ideal é que as crianças, ainda mais quando muito pequenas, estejam sempre acompanhadas de um responsável para evitar acidentes e excessos de barulho que eventualmente possam atrapalhar os vizinhos”, complementa. Se no condomínio tiver piscina, uma ideia é a contratação de recreador para realizar atividades ao longo do dia. Outra dica é, se as contas do condomínio estiverem saudáveis, a realização de uma festa julina que vai empolgar não só as crianças como estimular a boa convivência entre os condôminos. Nunca é demais lembrar que as áreas comuns são de todos. “Regras básicas de convivência como diálogo, respeito as normas, organização e limpeza são sempre importantes. Afinal de contas, o espaço é de todos e ter respeito é essencial para a vida em comunidade”, conclui a consultora.

Leia mais >>

  Francisco Lowndes concede entrevista ao programa Mercado Imobiliário, da rádio JBFM.    Veja as respostas na íntegra ou ouça os áudios.   1) Qual a importância da autovistoria predial? No Rio de Janeiro havia uma cultura de só se consertar o que estava quebrado, de maneira nenhuma fazer manutenção preventiva nos prédios. Desde a queda do Edifício Liberdade, que aconteceu em Janeiro de 2012 e, em especial após a Lei Municipal de 2013 que criou a autovistoria, esse cenário nitidamente se modificou. Por um lado, ficou mais fácil para os síndicos diagnosticarem problemas que até então eles sequer sabiam que existiam e determinarem, com a ajuda do laudo, o que é prioridade e o que deveria ser feito para que o condomínio fique agora dentro da lei. Além disso, ficou mais claro para eles os riscos e as necessidades de se contar com profissionais mais habilitados para acompanharem as obras dentro do condomínio já que até então reinavam nos edifícios os autônomos sem nenhum tipo de qualificação, mesmo para obras complexas como reformas de fachadas, por exemplo. 2) Como está a implantação do e-social nos condomínios? Depois de dois adiamentos, em janeiro de 2019 começou novamente o prazo para envio da primeira fase do eSocial para os condomínios. Essa primeira fase é mais simples pois consiste só em enviar dados como CNPJ, razão social do prédio e tabelas contendo cargos e turnos de trabalho dos funcionários. Os condomínios precisam realmente se preparar para segunda, terceira e quarta fases que incluem tabelas cada vez mais complexas devendo terminar somente em 2020. Em 10 de abril, começa a transmissão da segunda fase, onde precisam ser enviados todos os dados dos trabalhadores, seus dependentes e seus vínculos com os condomínios. O nível de detalhamento das informações é enorme. Sem uma administradora como a Lowndes, por exemplo, que se antecipou e já está preparada inclusive com sistema de informática para enviar esta quantidade enorme de informações, os prédios terão bastante dificuldade em validar e informar tudo corretamente no prazo. É importante ressaltar que os condomínios que não se cadastrarem (que não enviarem as informações) terão sérios problemas com INSS, Receita Federal, Ministério do Trabalho e Caixa Econômica, com multas que se duplicam a cada mês. 3) Atualmente, quais as vantagens de se contratar uma administradora? Ninguém tem tempo para mais nada hoje em dia. Neste ponto, contratar uma administradora para assessorar o síndico é de extrema importância, diria até indispensável para tornar o dia a dia dos condomínios mais tranquilos e a gestão totalmente profissional, eficiente e transparente, acima de tudo. O serviço é muito detalhado e se formata à realidade de cada condomínio e todos precisam de agilidade, suporte para gestão de funcionários além de diferenciais como os que oferecemos que seriam a consulta de extrato online (já conta há anos com a visualização dos documentos desse extrato conhecida como pasta digital). Além de outros serviços e facilidades que poderia citar. Isso naturalmente varia de administradora para administradora nós, por exemplo, temos um serviço que, caso ninguém queira ser síndico, a Lowndes assume como síndica do condomínio onde assumimos presencialmente a gestão do prédio, algo que tem crescido bastante nos últimos anos e ilustra exatamente a falta de tempo que as pessoas estão tendo, que eu já tinha mencionado, e a busca por soluções que atendam a essa demanda.

Leia mais >>

Desde 2012, a micro ou minigeração de energia a partir de fontes renováveis é permitida no Brasil. A Resolução Normativa 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, permite o uso de fontes alternativas e sustentáveis de energia para uso próprio e ainda libera o fornecimento do excedente para a rede de distribuição, para utilização dos respectivos créditos por até 5 anos. O panorama é bom para prédios, com características propícias à geração de energia solar, realidade já presente em algumas construções da cidade do Rio de Janeiro. Este ano a geração de energia solar fotovoltaica no Brasil superou a marca de 2 mil megawatts, ultrapassando a geração por energia nuclear. Com isso, a energia solar passou a ser a sétima maior fonte de energia elétrica do país. Estudos revelam ainda que o Brasil é o décimo país que mais instala placas fotovoltaicas anualmente para geração de energia. Contudo, especialistas apontam que existem alguns pontos de atenção para o sucesso na geração em condomínios: “É preciso considerar as características de cada telhado na elaboração do projeto fotovoltaico, considerando cada objeto que possa fazer sombra nos módulos, como caixas d’água, antenas ou platibandas, assim como a inclinação e orientação de cada telhado. Os módulos são ligados em série e caso algum módulo esteja instalado em área sombreada, além de gerar menos energia, ele impactará a geração dos demais. Para evitar essa situação, fazemos um estudo detalhado considerando a incidência solar e o sombreamento em cada módulo, hora a hora, nos 365 dias do ano”, explica Bruno Kohn, sócio-fundador da 499 Solar, empresa especializada na geração de energia solar. A 499 Solar é responsável pelo estudo de campo para levantar todas as características do telhado, pelo projeto e aprovação junto à concessionária de energia, pela instalação e pela manutenção do sistema. Os condomínios que optarem pelas placas solares, terão também seu medidor atual substituído por um relógio bidimensional para a leitura da injeção de crédito. “Quando o condomínio resolve fazer este tipo de investimento, há estudos minuciosos de potencialidade de incidência de luz, da geração combinada, etc. Os condomínios que administramos que usam as placas, estão muito satisfeitos e cientes da importância dessa iniciativa para o meio ambiente e para as contas”, revela Francisco Lowndes, diretor da Lowndes Condomínios e Locações, administradora com sede no Edifício Lowndes localizado na Avenida Presidente Vargas que hoje gera energia solar vinda das placas. “Para a instalação tivemos que refazer alguns estudos da parte elétrica e dos cabos dos elevadores, item que geralmente é o mais custoso, mas nossa projeção econômica é muito favorável, estamos otimistas. Somos síndicos do Edifício Lowndes e conversamos muito com os demais condôminos para que todos aceitassem o projeto e foi o que aconteceu”, conta Francisco. O valor das placas fotovoltaicas vem caindo com o aumento da procura e os benefícios no médio e longo prazos são imensuráveis tanto para o bolso quanto para o meio ambiente. O material das placas é bastante resistente (é o mesmo usado nos satélites) e a vida útil do material é de até 40 anos. A limpeza é fácil e pode ser feita manualmente. Com a chegada dos carros elétricos e híbridos plug-in, a geração distribuída pode ajudar na implementação de rede elétrica de carregamento nas garagens. “Com este novo produto, os condomínios terão que adaptar suas garagens para oferecer a infraestrutura de abastecimento e controle dos gastos; e os carros serão mais um gatilho de consumo de energia”, conta Bruno.

Leia mais >>

    Especialistas alertam para os cuidados necessários para a utilização da área de lazer 

Leia mais >>

Convocar e liderar uma assembleia condominial muitas vezes deixa o síndico com dúvidas e os condôminos insatisfeitos. Para garantir que a reunião seja produtiva, o Coordenador de Atendimento da Lowndes Condomínios e Locações, Marcelo Ribeiro, dá algumas dicas essenciais para o bom funcionamento desses encontros, primordiais para a vida em comunidade. Mas antes, vamos elucidar sobre alguns termos que fazem parte do dia a dia do síndico. Convenção condominial, o que é? É o ato solene pelo qual o condomínio é constituído e regulado, sendo peça fundamental para o funcionamento e normatização do mesmo. Uma das primeiras coisas que o síndico deve saber é que a convenção do condomínio é o seu documento-base. Nela estão definidas todas as diretrizes e regras a serem seguidas. A convenção, porém, não é a mesma para todos os condomínios. Afinal, nem todos os prédios têm as mesmas rotinas e características. Por que é importante conhecer a convenção? Porque é nela que estão os detalhes para a realização de uma assembleia, desde sua convocação até o prazo de distribuição da ata. A convocação existe para notificar todos os condôminos sobre os temas que serão debatidos e deliberados. O Código Civil, em seu Artigo 1.354 define que nenhuma assembleia tem o poder de deliberar caso algum condômino não tenha sido convocado para a sessão. No documento de convocação devem constar informações como data, local, horário e ordem do dia. Não há definições legais quanto à antecedência para divulgação do edital de convocação de uma assembleia. A recomendação é que a convocação seja feita até 10 dias antes da data da assembleia, caso a convenção seja omissa. O mesmo prazo é recomendado para a distribuição da ata pós-reunião. A assembleia tem poder absoluto? Tenha cuidado com esta prerrogativa. Para ser soberana, é imprescindível que a assembleia cumpra todos os aspectos legais, nos limites da sua competência e observadas todas as formalidades. Assuntos Gerais Outro aspecto que pode confundir é o item comumente denominado “assuntos gerais”. Ele é estritamente reservado para o registro de temas e sugestões sem caráter deliberativo. É ineficaz uma decisão nascida nesta seção e cabe recurso do ausente caso algo tenha sido decidido. Dicas para uma assembleia de sucesso Normalmente, as assembleias acontecem durante a semana, depois do expediente de trabalho e, quando os assuntos são muitos, podem durar horas. Para evitar que as assembleias sejam improdutivas, siga essas dicas enumeradas pelo Marcelo Ribeiro e garanta uma assembleia legal e proveitosa. > Reserve um ambiente agradável que tenha ventilação e seja arejado. Se possível, ofereça café e água. > Planeje sua reunião. Converse com os conselheiros e alinhe o que será tratado para que haja uma linha de raciocínio a ser seguida. > Procure fazer uma pauta reduzida, com itens objetivos. Reuniões longas geram muita dispersão e perda de foco. > Forneça elementos para as deliberações importantes como fotos, evidências e dados. Não faça deduções. > Procure responder às objeções com respostas simples e diretas evitando o conflito. Lembre-se, todos têm direitos à opiniões adversas. > Abra espaço para debate acerca do orçamento. É recomendável que se tenha, pelo menos, três opções. > Construa um ambiente colaborativo. É importante que os condôminos sintam-se parte do processo. Afinal, eles são parte do todo.  

Leia mais >>
Quero que meu condomínio seja administrado pela Lowndes. Solicite uma proposta